Dengue e Chikungunya: entender as diferenças é essencial para enfrentar as arboviroses no Brasil

23 de fevereiro de 2026

As arboviroses deixaram de ser eventos pontuais no Brasil. Ano após ano, doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti circulam de forma persistente, o que mostra que o desafio não é apenas conter surtos, mas lidar com um risco constante.

Em 2025, o Brasil registrou mais de 1,6 milhão de casos prováveis de dengue, com destaque para o estado de São Paulo. A doença é marcada por febre alta, dores intensas no corpo e atrás dos olhos, podendo evoluir para quadros graves com complicações hemorrágicas, o que reforça a importância do diagnóstico precoce.

A Chikungunya, apesar do menor número de registros, com cerca de 129 mil casos prováveis no mesmo período, apresenta sintomas e danos gerados que a diferenciam da dengue, podendo gerar consequências prolongadas. Ao atingir diretamente as articulações, a doença provoca dores e inchaços que podem persistir por meses, comprometendo a qualidade de vida dos pacientes.

Mesmo com manifestações distintas, ambas compartilham o mesmo vetor. Por isso, a prevenção passa principalmente pela redução da presença do mosquito em ambientes urbanos e domésticos, especialmente em quintais e áreas externas com possibilidade de água parada.

Nesse contexto, soluções preventivas ganham relevância ao atuar diretamente no ciclo reprodutivo do mosquito. A proposta da Biotraps segue essa abordagem, com uma armadilha biodegradável desenvolvida para interromper o ciclo do Aedes aegypti de forma sustentável e simples: basta adicionar água, posicionar a armadilha em um lugar com sombra, em ambientes externos e longe de crianças e pets e deixá-la agir.

Em um cenário em que dengue e chikungunya permanecem presentes ano após ano, a prevenção contínua segue sendo a estratégia mais eficaz para reduzir riscos e proteger a saúde coletiva.