
As arboviroses deixaram de ser eventos pontuais no Brasil. Ano após ano, doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti circulam de forma persistente, o que mostra que o desafio não é apenas conter surtos, mas lidar com um risco constante.
Em 2025, o Brasil registrou mais de 1,6 milhão de casos prováveis de dengue, com destaque para o estado de São Paulo. A doença é marcada por febre alta, dores intensas no corpo e atrás dos olhos, podendo evoluir para quadros graves com complicações hemorrágicas, o que reforça a importância do diagnóstico precoce.
A Chikungunya, apesar do menor número de registros, com cerca de 129 mil casos prováveis no mesmo período, apresenta sintomas e danos gerados que a diferenciam da dengue, podendo gerar consequências prolongadas. Ao atingir diretamente as articulações, a doença provoca dores e inchaços que podem persistir por meses, comprometendo a qualidade de vida dos pacientes.
Mesmo com manifestações distintas, ambas compartilham o mesmo vetor. Por isso, a prevenção passa principalmente pela redução da presença do mosquito em ambientes urbanos e domésticos, especialmente em quintais e áreas externas com possibilidade de água parada.
Nesse contexto, soluções preventivas ganham relevância ao atuar diretamente no ciclo reprodutivo do mosquito. A proposta da Biotraps segue essa abordagem, com uma armadilha biodegradável desenvolvida para interromper o ciclo do Aedes aegypti de forma sustentável e simples: basta adicionar água, posicionar a armadilha em um lugar com sombra, em ambientes externos e longe de crianças e pets e deixá-la agir.
Em um cenário em que dengue e chikungunya permanecem presentes ano após ano, a prevenção contínua segue sendo a estratégia mais eficaz para reduzir riscos e proteger a saúde coletiva.