
Em 2025, o Brasil já registra mais de 1,5 milhão de casos prováveis de dengue, consolidando um dos cenários mais desafiadores dos últimos anos no combate às arboviroses. Os dados reforçam a urgência de estratégias contínuas e inteligentes de prevenção. A maior parte das notificações se concentra na população feminina, que representa 54% dos casos, enquanto os homens somam 46%. A faixa etária mais afetada está entre 20 e 39 anos, justamente o grupo que movimenta a economia, estuda, trabalha e circula pelas cidades diariamente. É um recorte que mostra como o vírus não escolhe apenas os mais vulneráveis, mas atinge de forma expressiva a população ativa e produtiva.
Além disso, o perfil racial dos casos aponta que 49,2% das pessoas que contraíram dengue se declaram brancas, 30,9% pardas e 4,9% pretas, com um percentual ainda significativo de registros sem informação. Esses dados revelam não só a amplitude da epidemia, mas também os desafios estruturais da vigilância e da comunicação em saúde. Até o momento, foram confirmadas 1.521 mortes por dengue, com outras 478 ainda em investigação, além de um índice de letalidade que chega a 4,72% nos casos graves. São números que indicam, de forma contundente, que o mosquito segue sendo um problema de saúde pública com consequências reais e trágicas.
Frente a esse panorama, torna-se indispensável apostar em soluções sustentáveis, que vão além do combate pontual. A Biotraps atua justamente nesse caminho, oferecendo armadilhas biodegradáveis que capturam o mosquito transmissor de forma segura, contínua e sem impacto ao meio ambiente. Diante de uma crise que afeta milhões de brasileiros, é preciso somar ciência, responsabilidade e inovação, e agir antes que os números continuem crescendo.