
Segundo o Painel de Monitoramento do Ministério da Saúde, o Brasil já soma mais de 238 mil casos prováveis de arboviroses (dengue, zika, chikungunya e oropouche) nos primeiros meses de 2025, acendendo um sinal vermelho para a saúde pública. O aumento expressivo é impulsionado por fatores como a continuidade dos impactos do fenômeno El Niño dos anos passados, além da reintrodução do sorotipo 3 da dengue - que pode levar a formas mais graves da doença, como a dengue hemorrágica - e a baixa oferta da vacina no sistema público. Outra preocupação crescente é a febre do oropouche, que já registra milhares de casos e avança para além da região amazônica. Somando todos os fatores, estudiosos apontam que 2025 será um ano difícil e até “o pior da história” ao se tratar da dengue no país.
Diante dessa crise, todas as regiões do Brasil estão em estado de alerta. O Ministério da Saúde anunciou a instalação do COE (Centro de Operações de Emergência) e lançou um novo Plano de Contingência Nacional, ampliando a rede de atendimento e intensificando ações de combate. Entre as iniciativas, destacam-se caravanas da saúde, mobilizações escolares, webinários e encontros regionais de especialistas para conscientizar a população, além do investimento em novas tecnologias, como as armadilhas sustentáveis. Porém, esse plano só deverá estar totalmente operacional em 2026, exigindo alternativas eficazes e urgentes no combate imediato às arboviroses.
É nesse cenário que as inovações do mercado se tornam indispensáveis. A Biotraps surge como uma solução eficiente, simples e econômica no combate à dengue, chikungunya, zika vírus, e febre amarela, oferecendo armadilhas biodegradáveis que capturam fêmeas do Aedes aegypti antes da oviposição. Dentre os seus diferenciais, é possível destacar que as armadilhas são feitas de conteúdo reciclado, cada armadilha é eficaz por até um mês e reduz o número de mosquitos em mais de 80%. Além disso, é de fácil manuseio e não há perigo de se tornar um terreno fértil.

O combate às arboviroses exige um esforço coletivo. Eliminar criadouros, adotar tecnologias preventivas e disseminar informação são passos fundamentais para proteger a população. Com soluções, como a Biotraps e um compromisso contínuo com a prevenção e inovação, podemos reduzir significativamente os casos de dengue, zika e chikungunya em 2025.
A hora de agir é agora! Adote medidas eficazes, proteja sua família e ajude a combater a proliferação do Aedes aegypti.
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