
As doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, como dengue, zika e chikungunya, continuam sendo uma das maiores ameaças à saúde pública no Brasil. Em 2025, só até a metade do ano, o país já registrou mais de 1,5 milhão de casos prováveis dessas arboviroses, um sinal claro de que o combate ao mosquito precisa ser constante, estratégico e inovador.
Mais do que números, as arboviroses carregam dados surpreendentes e, muitas vezes, pouco conhecidos. Conheça abaixo 7 curiosidades que mostram a complexidade e a urgência do tema, e o que está sendo feito de forma sustentável para enfrentar esse desafio.
1 – A zika foi identificada pela primeira vez em 1947, em macacos
Apesar de só ter chamado atenção global em 2015, durante a crise de microcefalia no Brasil, o vírus da zika foi descoberto há mais de 75 anos, em uma floresta chamada Zika, em Uganda. Desde então, o vírus passou a circular entre humanos, sendo também transmitido por relação sexual e de mãe para filho.
2 – A chikungunya pode causar dores que duram meses
O nome vem do dialeto africano e significa “aquele que se dobra”, em referência à postura das pessoas com dores articulares extremas, uma das principais consequências da infecção. Em alguns casos, essas dores podem durar mais de seis meses.
3 – A dengue tem quatro variações e você pode pegar todas
A dengue possui quatro sorotipos diferentes (DEN-1 a DEN-4). Quem já teve dengue uma vez continua vulnerável às outras três variações. E a cada nova infecção, o risco de desenvolver formas mais graves, como a dengue hemorrágica, aumenta.
4 – O mosquito detecta você de longe e escolhe quem picar
O Aedes aegypti é guiado por estímulos como suor, calor corporal e dióxido de carbono. Ele pode localizar uma pessoa a até 20 metros de distância. Grávidas e pessoas com metabolismo mais acelerado, por exemplo, tendem a atrair mais o mosquito.
5 – 2024 foi o ano com o maior número de casos da história
O ano passado registrou mais de 6,5 milhões de casos prováveis de dengue no Brasil, o maior número já registrado no país. Essa epidemia histórica acendeu o alerta para o fortalecimento de políticas públicas, campanhas de conscientização e, principalmente, o incentivo a novas tecnologias de controle do vetor.
6 – Existe uma armadilha biodegradável que combate o mosquito com segurança
A Biotraps desenvolve armadilhas biodegradáveis para capturar o mosquito Aedes aegypti. É uma solução sustentável, eficiente e segura para o meio ambiente, seres humanos e animais. Com atuação contínua e discreta, a armadilha pode ser usada em casas, escolas, empresas e espaços públicos, sendo uma alternativa inovadora frente ao cenário alarmante das arboviroses no país.
Enquanto os números continuam crescendo, é essencial investir em informação, prevenção e soluções de impacto real. A Biotraps segue nesse caminho, contribuindo para um futuro mais saudável e livre do Aedes aegypti.