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Um novo avanço desenvolvido no Brasil aponta para uma mudança importante no enfrentamento de doenças como dengue, chikungunya e febre amarela. Pesquisadores da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul criaram uma tecnologia capaz de identificar essas infecções em cerca
Meio centímetro de corpo. Trinta dias de vida. E energia suficiente para percorrer centenas de metros em busca de sangue humano. O Aedes aegypti é um dos menores mosquitos que existem, mas seu desempenho como vetor de doenças não tem
Um estudo da Fiocruz Bahia, em parceria com a Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, publicado em abril de 2026 no New England Journal of Medicine, revelou uma dimensão da dengue que ainda passa despercebida: quem contrai a
O Ministério da Saúde incorporou o teste rápido NS1 à tabela de procedimentos do SUS, tornando o diagnóstico precoce da dengue acessível em toda a rede pública de saúde do país. O exame detecta uma proteína específica, presente no sangue
Em março de 2026, cientistas suíços confirmaram algo inédito: o vírus da dengue foi detectado em mosquitos capturados em Basel, ao norte dos Alpes. Pela primeira vez na história, o vírus estava presente em mosquitos em plena Europa Central. O
O Aedes aegypti não nasce transmitindo dengue. Apesar de ser o principal vetor da doença, ele só se torna um risco depois de entrar em contato com o vírus, o que acontece ao picar uma pessoa infectada. Até esse momento,